Dracma é uma moeda grega de prata que estava em uso no primeiro século d. C , por isso encontramos referências nos evangelhos exemplo no de Lucas. (Lc 15.8-9).
Na frente e verso da dracma ática estava estampava a cabeça da deusa Atena numa face e na outra uma coruja.
No período do ministério terrestre de Jesus, embora já existisse a presença dos conquistadores romanos a dracma já tinha seu peso reduzido para cerca de 3,4 gramas.
No primeiro século d. C., os gregos equiparavam a dracma ao denário (moeda romana), mas o governo romano calculava o valor oficial da dracma como de três quartos de um denário. Em outras palavras a moeda do conquistador valia mais.
Os judeus pagavam ao templo um imposto anual de duas dracmas (uma didracma). — Mt 17.24.


“Parábola da dracma perdida” — Lc 15. 8-10.
“Campbel Morgan faz uma sugestão. Como a moeda de prata em questão representa, na atualidade, um quarto de dólar americano, não parece possível que fosse procurar tão diligentemente uma quantia tão pequena. A explicação que Morgan dá, de certa maneira impressionante, é esta: “As mulheres daquela época muitas vezes usavam acima da sobrancelhas uma tiara que era chamada semidi. Era feita de moedas que por si mesmas tinham muito pouco valor [...] Mas era uma moeda que tinha gravada a imagem da autoridade. A tiara significava noivado ou casamento. Sendo ou não monetariamente valiosa, estava acima de qualquer preço para a mulher que a usava. Isso é evidente pelo fato de que ela a procurou diligentemente, ao varrer a casa até encontrá-la”. A moeda tinha valor sentimental e era um objeto elegante; por isso, a mulher a procurou com zelo e fez uma busca completa. Estava ansiosa para recuperar o que tornava perfeito o simbolismo que usava na testa.”
LOCKYER, Hebert. Todas as parábolas da Bíblia. São Paulo: Vida. 2001. 328
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